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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

BATMAN & EU.


Quando eu era criança, era fã do Super Homem. Adorava os filmes estrelados pelo Christopher Reeves. Assistia toda vez que reprisavam. Já o Batman? Aquele cara de um seriado horrível? Nunca! Lembro de um episódio onde o vilão jogava um produto que deixava seu capuz rosa, e ele passava a história toda procurando um antídoto (não seria mais fácil trocar o capuz?); ou outro onde o magrelo Alfred se passava por Batman (com barba e tudo) em uma festa onde o Bruce Wayne precisava estar. Não, isso não me agradava.
Até o ano de 1989 mudar tudo.



Quando o filme dirigido pelo Tim Burton estreou, tudo mudou pra mim. Virei batmaníaco! Enchia o saco da minha mãe pra ela me levar ao cinema, e pra comprar todos os gibis do Morcego que eu via nas bancas. Não deu certo, pois éramos uma família pobre demais, mas pelo menos ela me deixou comprar o álbum de figurinhas do filme. Ah, se eu ainda o tivesse... O filme, mesmo, só fui ver quando saiu em vídeo, na casa de um amigo. Legendado, e eu ainda não tinha uma boa leitura, mas já havia lido os textos do álbum de figurinhas tantas vezes que já tinha o enredo todo decorado. E fiquei fascinado! Hoje eu reconheço que o filme possui alguns defeitos, mas na época, nem ligava pra isso. E, na verdade, ainda me divirto bastante quando o revejo.


Eu tive uma bat-nave de plástico (dessas de feira, mesmo), e passei a frequentar a casa de num primo que colecionava gibis só pra ficar lendo. Meu primeiro bat-gibi, AS VÁRIAS FACES DE BATMAN, foi onde conheci o verdadeiro herói das hq’s. Mas, apesar disso, só fui começar a colecionar suas histórias em 1995, quando a editora Abril começou a publicar A QUEDA DO MORCEGO. Fiquei sabendo do lançamento graças à uma paquera da escola que estava lendo na sala de aula. Pedi emprestado, folheei, e no mesmo dia peguei minhas economias e corri pra banca. Pronto! Estava dado o início à minha coleção de HQ’s.


Comprava quase tudo o que saía do Batman. Acredito que, entre 1995 e 2000, eu devo ter comprado 95% de tudo o que a Abril publicou do personagem. Até mesmo as revistas publicadas a partir de 1984, quando a editora começou a lançar os heróis DC, que eu comprava durante as minhas peregrinações pelos sebos de Mauá, Santo André e São Paulo. Além de contatos com colecionadores de outros estados por carta.
Em 1997, fui ao cinema ver aquela bomba chamada “Batman & Robin”. Pois é, ser fã incondicional de um personagem tem seus momentos de vergonha...


Mas em 2000, devido à junção dos fatores eu desempregado + preços das revistas muito altos (foi quando começou a “Série Premium”), eu tive que parar de comprar as novidades. Até hoje, eu não voltei a comprar as revistas mensais do Batman, nem de super herói algum. Atualmente, eu não me considero mais fãs de super heróis. Cansei um pouco das “inovações” dramáticas das atuais histórias. Hoje, costumo comprar hq’s alternativas, adultas, de humor, dramáticas, etc. Compro hq’s do selo Vertigo. Mas sempre que encontro alguma história do Batman que me chama atenção, eu compro em sebos, ou fera de quadrinhos. Acabei de ler o final da “Corporação Batman”, por exemplo. Nem conhecia o Damian, mas ainda assim, adorei o final dramático do personagem.


É difícil deixar de lado a paixão que temos com certos personagens de HQ . No meu caso, o Batman, mas sei que muitos leitores tem histórias parecidas, seja com o próprio Homem Morcego, seja com outros super heróis.


Este texto é apenas a minha homenagem aos 75 anos do Batman. Espero que o leitor aprecie, e que goste mais ainda dos quadrinhos que fiz com ele, e dos textos dos links.

Agora, com licença, pois estou vendo um sinal nos céus. O dever chama


E, como fã do Homem Morcego, com certeza farei outros textos sobre ele. 
FELIZ 75 ANOS, BATMAN!

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